As regras que definem seu negócio estão na cabeça de três pessoas e dentro de um sistema que ninguém mais entende. Enquanto funciona, parece normal. Até o dia em que você precisa trocar de sistema, escalar, vender a empresa — ou alguém pede demissão.
O assessment de TI transforma esse conhecimento invisível em quatro documentos que a sua diretoria consegue ler, decidir e executar.
O assessment de TI — também chamado de avaliação de TI, diagnóstico de TI ou análise de TI — é o processo estruturado de examinar sistemas, infraestrutura, processos, riscos e indicadores de uma empresa, medindo o nível de maturidade atual e produzindo um plano priorizado de evolução.
Entrega em 2 a 4 semanas · quatro artefatos executivos · sua operação não para durante o levantamento.
Ele aparece no dia em que você precisa mudar alguma coisa. Estas são as seis frases que mais antecedem um assessment.
Só o Marcelo sabe como aquele cálculo funciona.
A regra que define seu faturamento não está documentada em lugar nenhum. Está na memória de uma pessoa que um dia vai sair, adoecer ou tirar férias no fechamento do mês.
Ninguém sabe direito o que aquele sistema faz.
Sistema legado sem documentação vira refém. Você não consegue trocar, integrar nem melhorar — só continuar pagando manutenção e torcendo para não quebrar.
A gente pediu orçamento e cada fornecedor entendeu uma coisa.
Sem escopo documentado, cada proposta chuta um número diferente. Você não está comparando fornecedores, está comparando interpretações.
Cada área faz do seu jeito.
O processo existe no PowerPoint e outro processo diferente acontece na prática. Todo projeto de automação nasce automatizando a versão errada.
Investimos em TI, mas não sei dizer se melhorou.
Sem linha de base e sem indicadores, não existe ganho comprovável. A diretoria enxerga tecnologia como custo, porque nunca viu o número antes e depois.
O comprador pediu a documentação técnica na due diligence.
Conhecimento não documentado não é ativo — é risco no balanço. E risco no balanço vira desconto no preço da sua empresa.
Nenhum desses problemas é falta de tecnologia.
Todos são falta de conhecimento organizado.
A maioria dos diagnósticos termina em um PDF de noventa páginas que ninguém lê. O nosso termina em quatro documentos que servem para decidir, contratar, desenvolver e operar — cada um com um dono e um uso claro.
O documento da diretoria. Uma leitura curta que responde às três perguntas que o conselho realmente faz: onde estamos, quanto custa continuar assim e o que fazer primeiro.
Traz o nível de maturidade da sua TI medido contra referências de mercado, os riscos ordenados por impacto no negócio — não por gravidade técnica — e o plano de evolução com esforço e investimento estimados por frente.
Aprovar orçamento, defender investimento em reunião de conselho e alinhar sócios que não são técnicos.
O mapa do que a sua empresa sabe — e de onde esse conhecimento está guardado. Sistemas, bases de dados, planilhas críticas, integrações, acessos e, principalmente, as pessoas que são ponto único de falha.
É aqui que aparece a verdade desconfortável: qual percentual da sua operação depende de conhecimento que existe apenas na cabeça de alguém, sem registro, sem backup e sem sucessor.
Reduzir dependência de pessoas, planejar sucessão técnica e responder à due diligence sem improviso.
A lógica que de fato comanda a sua operação, extraída e escrita em português claro. Como se calcula a comissão, quando um pedido é bloqueado, o que define um cliente inadimplente, qual desconto cada perfil pode dar.
Essas regras costumam estar em três lugares — no código de um sistema antigo, numa planilha que alguém mantém e na cabeça de quem está há mais tempo na casa. Quando divergem, e elas sempre divergem, ninguém sabe qual está certa.
Trocar de sistema sem perder inteligência, escrever escopo de desenvolvimento sem ambiguidade e treinar gente nova em semanas.
Como o trabalho acontece hoje e como ele deveria acontecer. Fluxo real desenhado a partir de quem executa — não a partir do organograma nem do manual que ninguém abriu.
Cada processo ganha entrada, saída, responsável, sistema envolvido e gargalo identificado. É o insumo que separa automação que gera ganho de automação que só acelera a bagunça.
Automatizar o que vale a pena, sistematizar a operação e implantar ERP ou CRM sem replicar o problema antigo.
O assessment estabelece a linha de base. A partir dela, cada investimento em tecnologia passa a ter um número antes e um número depois — que é exatamente o que a diretoria cobra.
| Indicador de TI | O que mede | Referência saudável | Quando está ruim, significa |
|---|---|---|---|
| Disponibilidade | Percentual de tempo em que os sistemas críticos ficam no ar | Acima de 99,5% | Infraestrutura frágil e receita perdida em cada queda |
| Tempo médio de reparo | Quanto tempo leva para restabelecer um serviço depois da falha | Abaixo de 4 horas | Não existe processo de incidente, existe improviso |
| Chamados recorrentes | Proporção de tickets que tratam do mesmo problema de novo | Abaixo de 15% | Você paga suporte para tapar buraco, não para resolver causa |
| Dependência de pessoa-chave | Processos críticos que só uma pessoa sabe executar | Zero | Risco operacional direto, sem plano de sucessão |
| Cobertura de documentação | Percentual de sistemas e regras com registro atualizado | Acima de 80% | Conhecimento não é ativo da empresa, é do indivíduo |
| Dívida técnica | Esforço necessário para modernizar o que está obsoleto | Mapeada e orçada | Cada nova entrega fica mais lenta e mais cara |
| Custo de TI sobre receita | Quanto a tecnologia consome do faturamento | De 2% a 6%, conforme o setor | Ou você está gastando demais, ou investindo de menos |
| Aderência à LGPD | Controles de acesso, tratamento e retenção de dados pessoais | Conformidade documentada | Exposição a sanção e a incidente com dado de cliente |
Os indicadores exatos são definidos conforme o seu setor e o seu momento. Esta tabela é o núcleo comum que aparece em praticamente todo assessment.
Marque o que for verdade hoje. Sem cadastro, sem e-mail — o resultado aparece na tela.
O resultado aparece aqui conforme você seleciona.
O levantamento acontece em paralelo ao dia a dia. O que pedimos do seu time são entrevistas curtas e acesso de leitura — nada além disso.
Usamos frameworks reconhecidos como referência de maturidade — sem transformar o relatório em exercício acadêmico. O que importa é a decisão que sai dele.
Trinta minutos para entender o momento da empresa, o que motiva o diagnóstico e qual decisão depende dele. Se não fizer sentido agora, a gente diz.
Entrevistas com quem executa e com quem decide, inventário de sistemas e integrações, leitura de bases e de código legado, coleta dos indicadores disponíveis.
Extração das regras de negócio, desenho dos processos reais, medição de maturidade contra referências de mercado e priorização dos riscos por impacto financeiro.
Os quatro artefatos entregues e apresentados ao vivo para a diretoria, com espaço para pergunta. Você sai da reunião sabendo o que fazer na segunda-feira.
Assessment em empresa que não está pronta vira relatório na gaveta. Preferimos dizer não agora.
Sem custo e sem compromisso. Dimensionamos o escopo, você recebe o valor fechado e sai da conversa com um diagnóstico honesto — mesmo que a conclusão seja que ainda não é hora.
Não sabe se precisa? A conversa inicial de 30 minutos é gratuita.
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